Voltei para um último post nesse ano. Enquanto escrevo esse post, estou vendo o Verdão ganhar do "PODEROSO" Ipatinga por 2 x 0. Sei lá quanto que vai acabar o jogo, mas o clima é total de fim de festa. Será que esse time do Ipatinga é tão inferior quanto o time remendado do Grêmio que nos venceu por 1 x 0? Porque não jogamos igual homens quando precisávamos vencer? Porque o Sr. Luxemburgo não mostrou que "era" o melhor técnico do Brasil, e o mais bem pago? Porque foram vendidos jogadores bons e trouxeram jogadores medíocres no lugar? E pra finalizar, porque perdemos o campeonato mais fácil da história, dando-o de mão beijada a um time decadente que não investiu, não fez nada o campeonato todo, aí resolveu comprar meia duzias de jogos e contar com a incompetencia de seus concorrentes pra levar o título. Vemos uma equipe que não joga nada, ganhar o status de melhor do Brasil. Enquanto a que mais investiu, que tem o melhor plantel, restou brigar pelo quarto lugar na repescagem da Libertadores. São coisas que servirão para refletirmos e não repetir os mesmos erros de 2009. Pois uma coisa é fato e eu já falei aqui, pode ter arbitragem, apito rosa, stjd o que for, se o Palmeiras jogasse decentemente e se tivéssemos feito a nossa parte, não veríamos o time do mal levar mais um título. Os amigos que me perdoem, mas não estou com cabeça para postar mais esse ano. Tudo de errado aconteceu, e tenho medo de falar besteiras e ofender alguém. Pra finalizar esse post, tomo a liberdade de reproduzir aqui o post do Raphael do Blog Cruz de Savóia. É perfeito e serve para todos os torcedores dos times de verdade, pois um certo time aí não tem torcida, tem fã-clube. Como meu amigo Anderson disse, cade a bambizada a 15 dias atrás?
O time mais comum do mundo
"Não é uma ironia? Tantos anos de empenho financeiro para firmar seu time na imagem do torcedor como uma agremiação ideal, “diferenciada”, ao mesmo passo em que ostenta as características mais banais entre todos aqueles que escreveram a filosofia da bola?
No Chile, temos o Universidad Catolica; no México, é o América. Há o Independiente, na Argentina, como o Real Madrid, na Espanha. Ou o Chelsea, britânico, hoje nas mãos de Felipão. E pela Rússia afora, como nas Arábias…
É aquele time que, em qualquer lugar do Globo, ninguém leva muito a sério. A garotada manja: é o riquinho da rua, que não sabe jogar bola, mas tem dinheiro para comprá-la: papai provém. Então a gente deixa entrar na roda, finge que respeita, mas no fundo todos sabem: trata-se de um bosta que não tem a menor intimidade com a brincadeira. Sempre que perder a bola, vai gritar, chorando, pedindo falta. E os moleques se entreolham, e pensam: “bom, a bola é dele…”.
É assim que essa gente sobrevive. Eles precisam se fazer de vítimas, para ganhar notoriedade e respeito. No Brasil, esse time genérico adota o nome de São Paulo Futebol Clube. Time de merda, como os de seus “co-irmãos”. Um pouco mais sujo, pois se aproveitou da ditadura militar para poder erguer seu patrimônio e angariar os títulos que não conseguia. Não adiantou nada. Porque ninguém mais respeita.
Todo mundo sabe que é puta: é pegar o que quer ali, e depois voltar para casa.
Quando cresce, o garoto meia-foda, enjeitado pelos amigos, é o primeiro a se dar bem: papai paga um curso de fachada e ele já começa de gerente. Mandando naquela gentalha que torce para os outros times… E aí ele pode destilar sua vingança.
STJD, FPF, GLOBO, FSP, LANCE, MP, PQP…. se apoiam em qualquer lixo que possam comprar para afirmar sua existência.
Mas nós (Palmeirenses, lusitanos, corinthianos e peixeiros) faremos tudo para que o riquinho não nos leve embora a bola, que nos deixe brincar.
E assim eles sobrevivem!"
No Chile, temos o Universidad Catolica; no México, é o América. Há o Independiente, na Argentina, como o Real Madrid, na Espanha. Ou o Chelsea, britânico, hoje nas mãos de Felipão. E pela Rússia afora, como nas Arábias…
É aquele time que, em qualquer lugar do Globo, ninguém leva muito a sério. A garotada manja: é o riquinho da rua, que não sabe jogar bola, mas tem dinheiro para comprá-la: papai provém. Então a gente deixa entrar na roda, finge que respeita, mas no fundo todos sabem: trata-se de um bosta que não tem a menor intimidade com a brincadeira. Sempre que perder a bola, vai gritar, chorando, pedindo falta. E os moleques se entreolham, e pensam: “bom, a bola é dele…”.
É assim que essa gente sobrevive. Eles precisam se fazer de vítimas, para ganhar notoriedade e respeito. No Brasil, esse time genérico adota o nome de São Paulo Futebol Clube. Time de merda, como os de seus “co-irmãos”. Um pouco mais sujo, pois se aproveitou da ditadura militar para poder erguer seu patrimônio e angariar os títulos que não conseguia. Não adiantou nada. Porque ninguém mais respeita.
Todo mundo sabe que é puta: é pegar o que quer ali, e depois voltar para casa.
Quando cresce, o garoto meia-foda, enjeitado pelos amigos, é o primeiro a se dar bem: papai paga um curso de fachada e ele já começa de gerente. Mandando naquela gentalha que torce para os outros times… E aí ele pode destilar sua vingança.
STJD, FPF, GLOBO, FSP, LANCE, MP, PQP…. se apoiam em qualquer lixo que possam comprar para afirmar sua existência.
Mas nós (Palmeirenses, lusitanos, corinthianos e peixeiros) faremos tudo para que o riquinho não nos leve embora a bola, que nos deixe brincar.
E assim eles sobrevivem!"
Um comentário:
AhUAuAhuAhu "Time do mal"?
Mais uma vez a mesma coisa. O mesmo post.
Nem acompanho mais o Numerada Superior. Sem comentários.
Postar um comentário